Tirem dos olhos a falsa e inútil régua
que ela não mede a minha inspiração.
Esqueçam os meus versos. Ora, Peço trégua,
pois estou fora desse seu padrão.
Posto que eu já andei tiranas léguas
e a vida deu-me uma alma, um coração
que dá para um soneto. Outra vez, trégua!
Meu verso é alma, é sangue, é emoção...
Não sou parnasiano, nem nunca proponho
aos outros, por acaso, o meu estilo,
pois minha inspiração é livre ave...
Preciso apenas de asas e de um sonho
Nada de grades.... de isso ou de aquilo
que o céu é o meu limite e meu vôo suave.
SONETO PUBLICADO NO RECANTO DE LETRAS EM 5/11/2011.
Grande poeta, admiro cada vez mais as suas obras, e mais ainda a sua gentileza comigo, sempre um amor de pessoa... Beijos
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